Ela não fez nem um favor, apena uma obrigação do estado brasileiro com seus filhos rondonienses.
sábado, 15 de março de 2014
GOVERNO FEDERAL CONCORDA COM CALAMIDADE PÚBLICA EM PORTO VELHO; MAS NEGA CULPA DAS HIDRELÉTRICAS DO RIO MADEIRA NO AUMENTO DA GRAVIDADE DA ENCHENTE. E TAMBÉM SE NEGA FALAR DA TRANSPOSIÇÃO.
Ela não fez nem um favor, apena uma obrigação do estado brasileiro com seus filhos rondonienses.
sexta-feira, 22 de março de 2013
SOS VILA DOS BOTOS! SALVEM CALAMA ANTES QUE SEJA TARDE.
José Cícero GomesDISTRITO DE CALAMA SITUADA NA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO, NA REGIÃO NORTE DO ESTADO DE RONDÔNIA, NO VALE DO RIO MADEIRA, FOI CRIADO POR INTERMÉDIO DO DECRETO-LEI Nº 7.470, DE 17 DE ABRIL DE 1945.E HOJE EM 2013 GRITA POR SOCORRO. DESDE 1987 QUE SE OBSERVA O AVANÇO CONSTANTE DA QUEDA DO BARRANCO NA FRENTE DE CALAMA, E DESDE 2000 QUE A POPULAÇÃO DA VILA DE CALAMA CLAMAR POR SOCORRO, MAS AS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS E ELEITAS PELOS PRÓPRIOS CALAMENSES SE FAZEM DE SURDAS, MUDAS E CEGAS. ENTRA GOVERNOS E SAEM GOVERNOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS E NÃO FAZEM NADA PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA DO DESBARRANCAMENTO NAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DO BAIXO RIO MADEIRA RONDONIENSE, DIGO CALAMA NÃO É A ÚNICA COMUNIDADE AMEAÇADA, MAS É A QUE SOFRE A AMEAÇA IMINENTE DE SUMIR DO MAPA DE RONDÔNIA. O FENÔMENO DAS TERRAS CAÍDAS AMEAÇA TIRAR DO MAPA A COMUNIDADE DE CALAMA. AS CAUSAS DESTE FENÔMENO SÃO NATURAIS E ANTRÓPICAS, MAS FORAM AS AÇÕES DOS HOMENS QUE AUMENTARAM E AGRAVARAM O PROCESSO DE EROSÃO FLUVIAL NO RIO MADEIRA NESTA LOCALIDADE QUE FICAM A ABAIXO DA FOZ DO RIO MACHADO, E SABIDO POR TODOS QUE O SETOR SÃO JOÃO DA VILA DE CALAMA É A PARTE MAIS VULNERÁVEL POR SER CIRCUNDADO POR UM IGARAPÉ QUE O SEPARA DOS SETORES SÃO JOSÉ, SÃO FRANCISCO E TANCREDO NEVES, E FORMADO POR UM SOLO DE COBERTURAS CENOZÓICAS QUE SÃO COMPOSTAS DE MATERIAIS INCONSOLIDADOS, EM OUTRAS PALAVRAS O SOLO DO SETOR SÃO JOÃO E DA FRENTE DO SETOR SÃO FRANCISCO E FORMADO POR TERRAS SOBREPOSTAS. TUDO COMEÇOU QUANDO CORTARAM AS MANGUEIRAS, ÁRVORES CENTENÁRIAS QUE SEGURAVA O BARRANCO DA AÇÃO NATURAL DA VIOLENTAS ÁGUAS DO MADEIRA, MAS ELAS NÃO CONTINUARIAM DEFENDENDO HOJE A INTEGRIDADE DA FRENTE DE CALAMA PORQUE A VIOLÊNCIA DAS ÁGUAS AUMENTOU NOS ÚLTIMOS TRINTA ANOS GRAÇAS AS DRAGAS DO GARIMPO DE OURO QUE MUDARAM O CURSO DO RIO MADEIRA, FAZENDO ESTE CURSO PASSA PRÓXIMO DO BARRANCO DE CALAMA, E PARA DA UM TIRO DE MISERICÓRDIA VEIO AS HIDRELÉTRICAS DE SANTO ANTÔNIO E JIRAU, A PRIMEIRA JÁ ESTÁ EM FASE DE TESTE, ELA NÃO ESTÁ FUNCIONANDO EM PLENO VAPOR, MAS JÁ CAUSAM GRANDES DADOS FÍSICOS AMBIENTAIS E SOCIAIS ÀS COMUNIDADES RIBEIRINHAS COMO SÃO CARLOS E CALAMA. AO ABRIREM ALGUMAS COMPORTAS DA USINA DE SANTO ANTÔNIO AUMENTARAM A VELOCIDADE DAS ÁGUAS DO RIO MADEIRA. POR FALA EM TAIS USINAS HIDRELÉTRICAS, O POVO DAS COMUNIDADES DO BAIXO MADEIRA, NÃO FORAM NEM LEMBRADOS NA HORA DE PAGAREM AS COMPENSAÇÕES POR IMPACTOS AMBIENTAIS E SOCIAIS.
terça-feira, 5 de junho de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A floresta sangra

O casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo assassinado em maio deste ano no Pará.
Não podemos esquecer o sangue dos filhos e filhas da floresta que vêm sendo jorrado a muitos anos pelas balas assassinas a serviço dos madeireiros, pecuaristas , biopiratas e traficantes... Até quando o Estado Brasileiro irá continuar fechando os olhos para tudo isto?
O casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo foram mortos porque defendiam a floresta
O casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo foram mortos na última terça-feira (24) nos arredores de Marabá (PA). Os suspeitos do crime são madeireiros. A reserva de onde José e Maria, castanheiros, tiravam seu sustento, é praticamente a única floresta que resta na região onde os dois foram assassinados. Este video mostra como a Amazônia corre o risco de voltar a um tempo onde a impunidade, os crimes ambientais e o conflito agrário eram a lei.
Acusados de matar casal extrativista negam ter cometido o crime
José Cláudio e Maria do Espírito Santo foram assassinados em maio. No domingo, a polícia do Pará prendeu os principais suspeitos.
Wilson Lima, iG Maranhão | 20/09/2011 15:06
Casal de extrativistas é assassinado no Pará
Velório de casal extrativista é marcado por medo e revolta
Ibama desmonta núcleo madeireiro de Nova Ipixuna, no Pará
Após mortes, Ibama decide fiscalizar madeireiros do Pará
Madeireiros protestam e fecham estrada no sul do Pará
Em depoimento à Polícia Civil do Pará, os irmãos José Rodrigues Moreira e Lindonjonhson Silva Rocha, suspeitos de terem executado o casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo, negaram ter participado do crime. Apesar disso, a Polícia Civil afirmou que algumas informações prestadas por eles confirmam que eles foram os autores do crime.
Leia também: Polícia prende acusados de assassinar casal extrativista no Pará
Os depoimentos foram iniciados na tarde desta segunda-feira (19), seguiram pela noite e terminaram na manhã desta terça-feira (20). O delegado Sílvio Maués, diretor de Polícia do Interior do Pará, afirmou que não esperava deles uma confissão. “Mas os elementos que eles nos apresentaram confirmaram a nossa suspeita. Não existe mais dúvida”, declarou.
Ainda conforme Silvio Maués, a arma apreendida com os irmãos no domingo tem o mesmo calibre das balas utilizadas no dia do assassinato do casal de extrativistas, ocorrido em 24 de maio desse ano. Os irmãos também revelaram que tinham uma moto com as mesmas características da usada no dia do crime, segundo a polícia.
A Polícia do Pará agora concentra forças para encontrar o terceiro acusado de participação do crime, Alberto Lopes do Nascimento. Ele está foragido. Além de ter seu nome ligado à execução dos extrativistas, Nascimento já foi condenado por crime de furto qualificado. Na investigação da polícia, José Rodrigues foi o mandante do crime, Lindonjonson o autor dos tiros que mataram o casal e Nascimento, o homem que dirigia a moto usada no dia do crime.
“Encontrar o Alberto é mais difícil do que os irmãos, já que estes têm fortes laços familiares. Alberto não tem laços com outras pessoas nem amigos. Por isso, a busca é mais complexa. Mas temos certeza de que vamos encontrá-lo”, disse Maués.
Os três suspeitos de terem assassinado o casal de extrativistas tiveram sua prisão preventiva decretada pelo juiz Murilo Lemos Simão. José Rodrigues e Lindonjonson foram capturados na manhã de domingo, em um matagal na cidade de Novo Repartimento, a 511 quilômetros de Belém.
Polícia apresenta os irmãos José Rodrigues e Lindonjonhson Silva Rocha, acusados de matar o casal de extrativistas José Cláudio e Maria do Espírito Santo
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Mancha de óleo tinge mar do Rio

Vazamento no Campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ), terá impacto nos ecossistemas marinhos
18/11/2011 - 12:37
Terra da Gente, com info Globo Natureza/ G1/ JN
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Desde o último dia 10. Ou seja, há exatos oito longos dias, um vazamento de óleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ), põe em xeque a segurança da prospecção em águas profundas no Brasil. Apesar de o Ibama anunciar que vai autuar a companhia Chevron pelo estrago no litoral fluminense, uma coisa já se sabe: independente do tamanho da mancha de óleo, o impacto nos ecossistemas marinhos é certo.
Pelo menos é o que diz Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace. “Ocorre em período de médio a longo prazo, que não vai ser verificado nesta semana ou na próxima. As consequências se prolongam”, afirma. Para ele, o Brasil deveria se ater a uma maior intensificação nas medidas de segurança antes de iniciar efetivamente a exploração de petróleo das camadas do pré-sal (em uma profundidade entre 5 e 7 mil metros). “Com o aumento (na extração), vamos observar conflitos com áreas de preservação”, avalia.
Para Alexandre Macedo Fernandes, doutor em oceanografia física pela Universidade do Estado da Flórida e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), felizmente, as chances de ocorrer uma maré negra na costa do Rio de Janeiro, atingindo praias da região de Macaé, por exemplo, são remotas.
Ele afirma que a distância do local da mancha da costa (cerca de 120 quilômetros, segundo a companhia) facilita uma dispersão do óleo para mar aberto, em direção ao Sudoeste. O estudioso diz ainda que polos de pesca não serão afetados. Apesar da afirmação, reconhece: “Ainda é cedo para dizer alguma coisa, pois as informações divulgadas vêm de pessoas que estão com interesse na história. É cedo para ter uma posição definida”, afirma.
A posição do Ibama
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou, em nota oficial (assinada pelo presidente do instituto, Curt Trennepohl), que equipes foram mobilizadas para acompanhar as medidas adotadas pela Chevron, que deverá cumprir o Plano de Emergência Individual (PEI) apresentado no processo de licenciamento ambiental.
O instituto informou ainda que a empresa será autuada apenas quando o vazamento de óleo for estancado. Segundo o Ibama, o valor da multa será proporcional ao dano ambiental causado.
Desde que o vazamento de petróleo foi detectado, no último dia 10, a petroleira anunciou a suspensão temporária das atividades de perfuração no Campo de Frade, que fica a 370 quilômetros a Nordeste da costa do Rio.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, chegou a dizer que o vazamento de óleo provocado pela empresa Chevron “não tem a gravidade que se anuncia”. Ele ainda minimizou o impacto do acidente alegando que o óleo não está seguindo na direção de nenhuma praia (como se assim, os estragos não impactassem a vida marinha naquela região). “O vazamento não se deu na direção da praia e sim em sentido contrário, portanto não perturba ninguém”, disse.
Aumento da mancha
O Comando de Operações Navais da Marinha já informava ontem que a mancha de óleo no Campo de Frade aumentava. Ela se espalhou e ficou menos densa. A informação também foi confirmada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), que estima para os próximos dias a conclusão do abandono definitivo do poço. Segundo a assessoria de imprensa da Marinha, a expansão teria ocorrido por efeito do vento e da maré, e teria sido detectada por sobrevoos e imagens de satélites.
As estimativas atuais da Chevron continuam situando o volume da mancha dentro da faixa aproximada de 64 a 104 metros cúbicos, ou 400-650 barris, sem informar se esta vazão ocorre a cada segundo, minuto ou hora. A área da mancha seria de pelo menos 163 km².
A Polícia Federal (PF) investiga se a petroleira perfurou além do que estava planejado na área de Frade. Com o apoio de um perito oceanógrafo, a PF investiga a possibilidade de erro na operação. “Ao que tudo indica e até onde nós sabemos, durante a perfuração de um dos poços houve um avanço além do que estava planejado. Esse avanço na perfuração provocou uma rachadura no fundo do mar”, afirmou o delegado Fábio Scliar, chefe da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF.
A Polícia Federal, que também registrou imagens da mancha de óleo provocada pelo vazamento, quer saber se a fenda por onde está vazando o óleo foi provocada pela abertura do poço. Nos próximos dias, o delegado que investiga o caso vai ouvir a equipe responsável pela perfuração.
As informações da Chevron são de que a mancha tem 8 quilômetros de extensão por 300 metros de largura. Sem contornos regulares, a estimativa da empresa é de que ela tenha 1,8 km2. Mas esses dados são conflitantes com as estimativas de ambientalistas que analisaram imagens de satélites. O óleo está escapando por uma fissura de cerca de 300 metros de extensão, a 1.200 metros de profundidade e a 130 metros do poço de perfuração. A ANP calcula que o vazamento tenha sido equivalente a mil barris, no total.
Para o presidente da ONG americana SkyTuth, John Amos, o vazamento é mais grave: 3.700 barris/ dia. A partir de uma imagem de satélite feita no último sábado, a ONG estima que naquele dia a mancha tivesse uma área de 2.379 km2, área equivalente a quase duas vezes o município do Rio de Janeiro.
A Chevron informou que a operação de cimentação para vedar o poço continua em andamento. Segundo a companhia, o volume de óleo na superfície do oceano causado pelo vazamento caiu para “abaixo de 65 barris”. A estimativa anterior da empresa era de 400 a 650 barris, uma redução de até dez vezes.
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) disse que o primeiro estágio de cimentação para abandono do poço na plataforma da Chevron foi concluído “com sucesso”. Mas imagens submarinas “aparentemente" indicam a existência de fluxo residual de vazamento no local.
Um novo sobrevoo na região com técnicos do Ibama e da ANP está previsto para hoje. Segundo a Marinha, após o sobrevôo da área será divulgada "uma nota oficial conjunta com informações e dados atualizados de todas estas instituições envolvidas no acompanhamento deste caso".


