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sábado, 26 de setembro de 2009

Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção


O MMA - Ministério do Meio Ambiente e o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis divulgaram em 22 de maio de 2003, Dia Internacional da Diversidade Biológica, a nova Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção. A nova "lista vermelha", com 395 animais, foi elaborada em parceria com Fundação Biodiversitas, Sociedade Brasileira de Zoologia, organizações não-governamentais Conservation Internacional e Terra Brasilis e instituições de ensino superior.
A relação anterior é de dezembro de 1989, com 219 espécies. Ao contrário das edições anteriores, desta vez a lista terá uma característica de fomento à preservação dos habitats e das espécies que neles vivem. Seus objetivos serão: orientar programas de recuperação dos animais ameaçados; trazer propostas para a implementação de unidades de conservação; mitigar impactos ambientais; estimular programas de pesquisa; e ainda servir como referência na aplicação da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998; Decreto 3.179/1999).De acordo com a Secretaria de Biodiversidade e Florestas do MMA, a lista da fauna ameaçada é um instrumento de conservação da biodiversidade para o governo brasileiro, onde são apontadas as espécies que, de alguma forma, têm sua existência em risco. Para elaboração da lista, o setor acadêmico usou como base os critérios da União Internacional para a Conservação da natureza (IUCN, em inglês).A classificação é a seguinte: Extinto, Extinto na natureza, Em Perigo Crítico, Vulnerável, Dependente de Conservação e Baixo Risco. A lista apresentada não trará peixes e nem invertebrados aquáticos (caranguejos, camarões e lagostas, por exemplo). Segundo o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério, João Paulo Capobianco, a lista dessas espécies será publicada em separado, em até três meses. "Isso ocorrerá depois que o grupo de trabalho criado pelo MMA reavaliar a lista e definir os critérios para a situação de cada espécie. Entre eles pode estar o zoneamento da pesca, a captura de acordo com o grau de ameaça nas regiões ou bacias hidrográficas do país", explicou.Segundo levantamento da CI-Brasil - Conservation International do Brasil, a maior parte das espécies brasileiras ameaçadas de extinção, presentes da lista divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, habitam a Mata Atlântica. Do total de 265 espécies de vertebrados ameaçados, 185 ocorrem nesse bioma (69,8%), sendo 100 (37,7%) deles endêmicos, ou seja, só ocorrem ali.
Das 160 aves da relação, 118 (73,7%) ocorrem nesse bioma, sendo 49 endêmicas. Entre os anfíbios, as 16 espécies indicadas como ameaçadas são consideradas endêmicas da Mata Atlântica. Das 69 espécies de mamíferos ameaçados, 38 ocorrem nesse bioma (55%), sendo 25 endêmicas. Entre as 20 espécies de répteis, 13 ocorrem na Mata Atlântica (65%), sendo 10 endêmicas, a maioria com ocorrência restrita aos ambientes de restinga.


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Se faz necessário a preservação das árvores



Dia 21 de setembro, Dia da Árvore. Momento ideal para repensarmos nossas ações sobre o meio ambiente. A substituição das florestas por pastagens, plantações e edificações é algo secular, Devemos lembrar que as árvores não precisa do homem, mas o homem sim, este precisa das árvores. A cada ano que passa, nossas florestas estão desaparecendo numa velocidade assustadora, consequência das atitudes descontroladas do ser humano, que, em busca de riquezas, dilapida impiedosamente o seu maior patrimônio, a natureza.É importante lembrar que, embora coloquemos as florestas numa dimensão de recurso natural renovável, isto é, aquele recurso usado para o desenvolvimento da sociedade humana e capaz de se restabelecer de forma independente por processos próprios, os estoques naturais disponíveis não conseguem acompanhar o ritmo da sua exploração. O resultado dessa ação nefástica é a destruição de nossas florestas que também se traduz na redução inevitável da biodiversidade e no desaparecimento de muitos organismos.Para nossa sábia espécie, cabem alguns reflexos como tempestades avassaladoras, inundações, poluição, desmoronamentos e milhares de mortes. É emergente a sensibilização das pessoas para a adoção de ações eficazes ao controle da degradação ambiental frente a esses sinais de saturação. Uma das alternativas mais rápidas e eficazes é o reflorestamento.Entretanto, pensar em reflorestamento requer, atualmente, a ruptura de paradigmas e da ideia equivocada de que reflorestar significa plantar de forma homogênea vastas extensões de terra, criando verdadeiras monoculturas de árvores exóticas como o eucalipto e o pínus.Reflorestar deve assumir a dimensão de restaurar. Devemos oferecer à natureza condições especiais para que a paisagem resultante seja mais próxima possível àquela outrora existente.No Brasil e em tantas outras nações, tornam-se crescentes as iniciativas voltadas à recuperação de áreas degradadas em diversas escalas e finalidades. Diferentes segmentos da sociedade, organizações e o meio acadêmico buscam por meio do plantio de espécies nativas, reparar danos ambientais, contribuindo para a melhoria da qualidade ambiental e da vida humana.Nesse contexto, cabe a cada um de nós empreendermos iniciativas, mesmo que pequenas, que fortaleçam esse movimento global. Plante você uma árvore! Esse gesto de carinho e cuidado com a natureza fará uma enorme diferença. Faça de cada dia um dia de paz, um dia da árvore e da sua própria vida.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O ethos nosso de cada dia


Em nenhum outro momento da historia da humanidade houve tanta preocupação com a falta de cuidado do homens com o nosso único planeta, a terra. talvez porque já estejem persebendo que não é Gaia que precisa de nós, mas nós que precisamos dela. Se os hominídeos não tivesse evoluído talvez nossa dimensão tellus estivesse como estava antes do homo sapiens.Eis uma afirmação óbvia com a qual devemos iniciar as postagens desta webpage que nasce preocupada com o cuidar de nossa gaia, cuidar no sentindo latido de cura/curae, cura as feridas deixadas pela insanidade dos que se jugam que são sapiens.

José Cícero Gomes